This article is related to the economical increase and urbanization development in several regions from Brazil and how these indexes are related.
Crescimento econômico com pobreza crescente, movimentos espontâneos na economia informal e estruturas econômicas formais se complementaram para sustentar o crescimento metropolitano.
Este artigo provém do time de monografias da Monografia AC
A pobreza, por um lado, constitui um entrave à maior expansão das grandes empresas, pois restringe o crescimento de um mercado interno, consumidor mas, por outro, permite a proliferação de pequenas fábricas menos capitalizadas e criadoras de emprego.
O mercado unifica a economia urbana e, quanto maior a cidade, maior a possibilidade de multiplicação de atividades informais. Explica-se, assim, a expansão do emprego - ainda que rotativo e mal remunerado - na indústria metropolitana, ao contrário do que ocorre nas economias centrais. No caso brasileiro o periferia cresce com a indústria e a migração da população de baixa renda. O lugar da riqueza torna-se literalmente o lugar da pobreza.
Isto é muito comum, podendo-se notar também uma inflexão educacional a partir do nível de monografias e temas apresentados, experiencia de nosso trabalho em observacao de monografias
Os dados relativos ao sistema urbano das regiões brasileiros revelam alguns aspectos importantes.
PARTICIPAÇÃO DAS REGIÕES METROPOLITANAS E DO DISTRITO FEDERAL NO VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL (vepi) NA RECEITA DA VENDA DE MERCADORIAS (rvm) E NA RECEITA TOTAL DOS SERVIÇOS (rts) | |||
VEPI | RVM | RTS |
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47,0 | 46,5 | 65,4 |
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Norte | 11,0 | 25,6 | 22,3 |
Nordeste | 58,9 | 40,4 | 50,1 |
Sudeste | 52,4 | 58,9 | 75,4 |
Sul | 34,1 | 27,7 | 43,3 |
Centro-Oeste (1) | 10,8 | 21,5 | 55,4 |
Dados relativos ao Distrito Federal
Fonte IBGE, censo Econômico de 2006 e Municípios Indústria, Comércio e Serviços.
O Sudeste, que é o núcleo original da industrialização, revela a formidável concentração da indústria (52,4%), do comércio (58,9) e dos serviços (75,4%) nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. É particularmente acentuado o fato de que três quartos das receitas de serviços estão centralizados nas metrópoles, o que é indicador indireto da elevada concentração urbana da região.
O Sul, dadas características históricas e geográficas de sue desenvolvimento, apresenta uma estrutura mais dispersa, com maior concentração metropolitana na oferta de serviços.
No Nordeste são nítidos os efeitos territoriais da nova indústria nordestina, cuja produção está fortemente centralizada nas áreas metropolitanas de Salvador, Recife e Fortaleza (58,9), com uma concentração superior á receita dos serviços (50,1%). Isso constitui um efeito peculiar das políticas regionais centradas na indústria como motor dinâmico do desenvolvimento, cujo melhor exemplo está na região metropolitana, que detém cerca de 80% do total do valor da produção industrial do Estado da Bahia e aproximadamente 35% do valor total da região Nordeste.
O Norte e o Centro-Oeste revelam estruturas semelhantes, no que diz respeito ao peso metropolitano da industria e do comércio, em grande parte por causa do papel de cidades médias, como é o caso de Goiânia e Manaus, que dividem as funções urbanas com os aglomerados metropolitanos de Brasília e Belém, respectivamente.
Dois aspectos devem ser ressaltados: a considerável presença de Belém no comércio regional, atividade tradicional nessa cidade da foz do Amazonas, e o papel de destaque de Brasília, na receita dos serviços da região Centro-Oeste, reforçando sua centralidade na rede urbana regional, em grande parte devido à função de capital federal.
Uma das questões centrais, nesse contexto, é o abastecimento dessas aglomerações metropolitanas, que exige redes de circulação eficientes para manter a oferta de bens agrícolas a esse grande continente populacional, garantindo, pelo aumento da oferta de alimentos, ganhos relativos nos salários reais.
Esse é um dos problemas centrais de uma territorial de distribuição de renda, com profundas implicações sociais, conforme se observou nos anos 80: a convivência de grandes safras com elevações constantes nos preços da cesta básica, nos mercados metropolitanos.
As metrópoles tornaram-se também o lugar da pobreza urbana, das carências sociais de vários tipos, que se manifestam em movimentos de posseiros (sem-terra), em invasões dos sem-teto e em loteamentos clandestinos. Elas têm os complexos problemas de gestão, comuns às grandes aglomerações urbanas, bem como os problemas específicos das cidades de economias periféricas, o que resulta em elevado potencial de conflitos reivindicatórios de direito à cidadania.
A Monografia AC pode lhe orientar quanto ao melhor em sua monografia de sociedade e geografia


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